É comum ouvir que “o algoritmo mudou” sempre que o alcance cai. Para muitos, o algoritmo virou um vilão invisível, imprevisível e injusto.
Na prática, porém, o algoritmo não pune marcas — ele responde ao comportamento das pessoas.
Entender o que é o algoritmo, como ele funciona e como se manter atualizado muda completamente a forma de criar conteúdo e investir em marketing digital.
O Que É o Algoritmo?
O algoritmo é um sistema automatizado criado para organizar conteúdos, anúncios e informações, entregando a cada pessoa aquilo que tem maior probabilidade de gerar interesse, engajamento e tempo de permanência na plataforma.
Ele existe para melhorar a experiência do usuário — não para favorecer ou prejudicar marcas.
Em termos simples:
o algoritmo observa comportamentos e aprende com eles.
Como o Algoritmo Funciona na Prática?
Embora cada plataforma tenha suas regras específicas, a lógica central é a mesma. O algoritmo analisa sinais como:
Tempo que a pessoa passa em um conteúdo
Curtidas, comentários, compartilhamentos e salvamentos
Cliques e ações posteriores
Frequência de interação com um perfil
Tipo de conteúdo que o usuário costuma consumir
Com base nesses dados, ele decide quem verá mais daquele conteúdo e quem verá menos.
Não é sorte. É comportamento.
O Algoritmo Reage ao Comportamento, Não à Intenção
Um ponto importante:
O algoritmo não sabe se você se esforçou, se planejou ou se investiu tempo naquele post. Ele apenas observa como as pessoas reagem.
Se o público:
Para para assistir
Interage
Consome até o final
Retorna ao perfil
O algoritmo entende que aquele conteúdo é relevante — e entrega mais.
Se não houver reação, o alcance naturalmente diminui.
Conteúdo Fraco Não Sustenta Alcance
É aqui que muitos se frustram.
Truques, formatos copiados ou tendências momentâneas podem até gerar um pico inicial, mas não sustentam crescimento.
Conteúdos genéricos costumam gerar:
Baixa retenção
Interações superficiais
Falta de reconhecimento de marca
O algoritmo até testa esse conteúdo, mas rapidamente entende que ele não mantém o interesse — e reduz a entrega.
No longo prazo, o que sustenta alcance é relevância real, não artifício.

